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Transplante de Medula Óssea

No Brasil, a média de pessoas que necessitam de Transplante de Medula Óssea, hoje, gira em torno de 2.500 pessoas. Quando existe a indicação para esse procedimento, inicia-se uma corrida contra o tempo. Primeiro a pesquisa para localizar um doador compatível é iniciada na família, cuja probabilidade de sucesso é de 25%. Mais de 70% dos pacientes terão que recorrer ao Cadastro de Doadores Voluntários Não Aparentados. A partir desse momento a chance de encontrar uma medula compatível começa a se tornar mais difícil. No ano de 2009 o Brasil atingiu a marca de 1 milhão e 300 mil doadores cadastrados tornando-se assim o 3º maior banco de doadores voluntários do mundo. Em primeiro está os EUA seguido da Alemanha, em segundo. Todavia esse número aida é insuficiente para atender a demanda, pois a chance de se encontrar uma medula compatível entre doador e receptor pode chegar em 1 em 1 milhão.

Para se cadastrar como Doador Voluntário de Medula Óssea é preciso:

  • Dirigir-se ao Hemocentro mais próximo de seu domicílio
  • Ter entre 18 e 55 anos
  • Ter bom estado de Saúde
  • Colher uma amostra de sangue (4ml) para o exame de compatibilidade (HLA)
  • Fornecer os dados cadastrais, levar CPF e RG.

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O que é medula óssea?

É a matriz do sangue, um tecido líquido e se localiza na parte interna dos ossos semelhante ao, popularmente conhecido, "tutano" do osso de boi. Na medula óssea estão às células-mãe responsáveis pela produção dos componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Pelas hemácias, o oxigênio é transportado dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico é levado destas de volta para os pulmões, a fim de ser eliminado do organismo. Os leucócitos são agentes que cuidam do sistema de defesa do nosso organismo. As plaquetas são responsáveis pela coagulação do sangue.

O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula. O transplante pode ser autogênico, quando a medula ou as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Quem necessita dessa doação?

Pessoas que possuem doenças que comprometam a produção de sangue pela medula, como leucemias e aplasia de medula óssea e crianças com algumas doenças genéticas.
Muitas vezes, estas pessoas, têm como única chance de vida receber um transplante de medula óssea.
Esse tipo de intervenção exige que doador e receptor tenham compatibilidade total (100%).
Tendo em vista que a chance desse paciente encontrar um doador aparentado (dentro da família) ser de apenas 25%, a maioria dos transplantes ocorrem com doadores não aparentados (70%). A partir desse momento a probabilidade de encontrar alguém compatível pode chegar a 1 em 100.000 e fora do país 1 em 1 milhão. No Brasil, esses doadores são encontrados no REDOME – Registro Nacional de Doadores de Medula.
Quando não se encontra no país um doador 100% compatível é necessário recorrer-se aos bancos de doadores internacionais. Diferente do Brasil, em que 90% dos transplantes é coberto pela rede pública de saúde, os valores cobrados por esse transplante em alguns países, podem custar ao paciente até U$ 120.000,00.
Em 2009 o Brasil atingiu a meta estabelecida para 2011 pelo Ministério da Saúde de cadastrar 1 milhão de doadores voluntários, tornando-se o terceiro maior banco de doadores do mundo, porém esse número ainda é insuficiente para atender a demanda no país.

Como é o transplante para o paciente?

Depois de se submeter a um tratamento que destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras, que, uma vez na corrente sanguínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de 2 a 3 semanas, necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre são quase uma regra no paciente transplantado. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário, por vezes, o comparecimento diário ao hospital.

A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova 'memória' e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.

Por que se registrar?

O REDOME Registro de Doadores de Medula Óssea é um banco de dados nacional onde ficam os dados e HLA dos doadores. É necessário um grande número de doadores registrados para que os pacientes tenham uma chance de encontrar um doador compatível. Para o paciente, você poder representar a única possibilidade de cura.

Em quais casos não poderei me cadastrar?

Somente em casos de doenças infecto-contagiosas ou se sua idade for superior à 55 anos. Nos demais casos o cadastramento poderá ser feito normalmente. Gravidez, tatuagens, piercing, ter ingerido bebida alcoólica, estar resfriado ou ter tomado vacina, por exemplo, não são empecilhos para o cadastro.

E se eu for compatível com alguém?


Se houver compatibilidade com alguém o doador será chamado e fará novos exames e passará por uma avaliação médica. Estando tudo bem, o doador confirma a doação e médico e doador irão decidir a melhor forma de efetuar a doação.

Eu posso ficar paralítico?

Não! Medula óssea e medula espinhal são coisas diferentes. Enquanto a medula óssea, como descrita anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo. Portanto, a medula espinhal fica no interior da coluna vertebral e nada tem a ver com a medula óssea.

Como a medula é removida?

Existem duas formas de doar a medula:



- Punção direta da medula óssea - É realizada com agulha na região da nádega, de onde se retira uma quantidade de medula equivalente a uma bolsa de sangue. O procedimento dura 40 minutos e é feito com anestesia. O doador fica em observação por um dia e pode retornar para casa no dia seguinte.





- Punção da veia - A coleta é feita pela máquina de aférese. O doador recebe um medicamento por 5 dias para estimular a proliferação das células-mãe. As células-mãe irão migrar para o sangue e são filtradas. O processo de filtração leva em média 4 horas, até que se obtenha o número adequado de células.



Você sabia?

Tudo seria muito simples e fácil se não fosse o problema da compatibilidade entre as medulas do doador e receptor. A chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a 1 em 1.000.000. Em razão disso existe o REDOME, um banco de doadores de medula óssea. Quando um paciente necessita de transplante, esse banco é consultado e se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

 

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Cadastre-se como Doador de Medula Óssea

 

Para se cadastrar como doador voluntário de medula óssea em seu estado, passamos aqui o link com a relação dos Hemocentros de todo Brasil; clique aqui. Mais informações você também poderá obter com a Coordenação Geral de Sangue e Hemoderivados no seu estado. Veja a relação aqui.

Para obter informações sobre como se cadastrar na Região de Campinas-SP ligue para 0800-722 8432, (19) 3521-8705 ou visite o site http://www.hemocentro.unicamp.br/
No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea de segunda à sexta-feira, de 7h30 as 14h30, e aos sábados, de 8h as 12h. Não é necessário agendamento. Para mais informações, ligue para (21) 3207-1064.

Para falar com o REDOME ligue (21) 3207-5238 ou envie um e-mail para  redome@inca.gov.br e para o REREME ligue (21) 3207-5233.

Importante: Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Caso haja alguma mudança, preencha o formulário no site do REDOME.


Mais informações acesse também o site da AMEO

A AMEO produziu um vídeo de 9 minutos que está no Youtube e explica bem, todo o processo que envolve o Transplante de Medula Óssea (TMO). Clique aqui para assisti-lo sem ter que sair de nosso site.

Veja como é o procedimento nos EUA (em inglês): MARROW - National Marrow Donor Program

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